Na manhã desta segunda-feira (17), um acidente envolvendo um ônibus municipal e uma van escolar ocorreu em Guaianases, na Zona Leste de São Paulo. Por volta das 6h20, na Rua Raul Seixas, o ônibus se chocou de frente com o veículo escolar, que acabara de pegar uma criança moradora da rua. O impacto também atingiu o muro de uma residência, assustando os moradores que estavam dormindo. De acordo com a Polícia Militar, não houve feridos graves, embora o susto tenha sido grande. O incidente foi registrado no 44º Distrito Policial de Guaianases. Fonte: G1
Incêndio de grandes proporções destrói galpão em Betim, mas não deixa feridos
Um incêndio de grandes dimensões atingiu um galpão de materiais plásticos em Betim, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, na manhã desta segunda-feira (17). Felizmente, não houve vítimas. Segundo o Corpo de Bombeiros, o sinistro ocorreu na Rodovia Fernão Dias, no km 506, no bairro Citrolândia. As chamas eram intensas, e uma espessa nuvem de fumaça preta podia ser vista a longa distância. Parte de um caminhão também foi atingida pelo fogo. Seis viaturas foram mobilizadas para controlar as chamas, que foram extintas por volta das 12h15. Fonte: G1
Negociações decisivas que podem mudar o futuro da Ucrânia e reconfigurar a ordem global
O nome de Vladimir Putin ganha destaque antes das negociações entre Estados Unidos e Rússia, que ocorrerão na terça-feira (18) na Arábia Saudita, com o objetivo de discutir o fim da guerra na Ucrânia. A gestão de Donald Trump pôs fim ao isolamento internacional do presidente russo, minou a unidade ocidental no conflito e levantou dúvidas sobre o comprometimento dos EUA na defesa da Europa. Essa postura representou uma mudança drástica em direção a Putin e um afastamento dos tradicionais aliados americanos. As primeiras declarações de assessores de Trump na Europa foram contraditórias, intensificando preocupações de que o presidente americano possa aceitar qualquer acordo com Putin, mesmo que seja prejudicial para a Ucrânia e para um continente cujas fronteiras estão sob ameaça do expansionismo russo. A possibilidade de os EUA excluírem aliados europeus das negociações de paz, apesar de exigirem que esses países garantam segurança e enviem tropas para um eventual acordo, gerou alarme entre as capitais do continente. A França, por exemplo, convocou uma reunião emergencial em Paris nesta segunda-feira (17) com lideranças importantes. Outra inquietação recai sobre a possível ausência da própria Ucrânia nas discussões decisivas para seu futuro como nação, após a invasão russa que trouxe consigo destruição, mortes de civis e crimes de guerra. No domingo (16), Trump mencionou a possibilidade de um encontro iminente com Putin. Em conversa com jornalistas na Flórida, ele afirmou: “Estamos avançando. Estamos trabalhando muito para alcançar a paz entre Rússia e Ucrânia”. Após o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, declarar ao programa “Meet the Press”, da NBC, que “jamais aceitaria um acordo entre os EUA e a Rússia sobre a Ucrânia sem sua participação”, Trump deu uma resposta vaga, garantindo que estaria “envolvido”. Negociações na Arábia SauditaO secretário de Estado Marco Rubio, ao lado do conselheiro de segurança nacional Mike Waltz e do enviado para o Oriente Médio Steve Witkoff, liderará a delegação americana nas negociações organizadas pelos sauditas, que mantêm boas relações tanto com Moscou quanto com a administração Trump. Rubio descreveu o encontro como uma continuidade da recente ligação telefônica entre Trump e Putin. Durante participação no programa “Face the Nation”, da CBS, no domingo (16), ele afirmou: “As próximas semanas e dias determinarão se isso é sério ou não. Uma ligação telefônica, por si só, não é suficiente para encerrar um conflito tão complexo”. O secretário também contestou a declaração do enviado americano à Ucrânia, Keith Kellogg, que no sábado (15) sugeriu que, embora Kiev participasse das negociações, as nações europeias estariam excluídas. Rubio enfatizou que, para um processo legítimo, a Ucrânia precisaria estar envolvida, pois foi invadida, e os europeus também, já que impuseram sanções à Rússia e desempenharam um papel crucial no conflito. Europa e as negociaçõesO ministro das Relações Exteriores da Polônia, Radek Sikorski, declarou em Munique no fim de semana que a recente conversa entre Trump e Putin foi um equívoco, pois teria “justificado” o líder russo e enfraquecido a moral da Ucrânia. Ele acrescentou que, caso um acordo envolva o envio de tropas europeias, os países do continente serão inevitavelmente envolvidos. Ainda assim, as mensagens contraditórias da administração americana alimentam receios de que Trump possa selar um acordo com Putin que legitime a invasão russa e imponha seus termos à Ucrânia. Embora se reconheça que Kiev dificilmente retomará todos os territórios ocupados pela Rússia, Trump tem sido criticado por abrir mão de sua vantagem ao se aproximar do Kremlin. O secretário de Defesa Pete Hegseth afirmou que qualquer acordo de paz não incluiria a adesão da Ucrânia à OTAN, nem envolveria tropas americanas em missões de manutenção da paz. Algumas dessas declarações foram posteriormente amenizadas por Hegseth e outros membros do governo. As preocupações aumentaram depois que os EUA, na última semana, se apressaram em reabilitar a imagem de Putin, acusado de crimes de guerra, ao priorizar as narrativas da Rússia em detrimento das do Ocidente. Trump, por exemplo, demonstrou simpatia pelos argumentos do Kremlin para justificar a invasão e sugeriu o retorno da Rússia ao G8, grupo do qual foi expulsa após a anexação da Crimeia em 2014. A falta de coordenação entre os EUA e a Europa sobre a Ucrânia, além da ausência de representantes de Kiev nas negociações na Arábia Saudita, compromete significativamente a posição do Ocidente. Autoridades europeias tendem a defender os interesses da Ucrânia mais do que Trump e, sem sua participação, Zelensky pode sair prejudicado. Um discurso polêmico do vice-presidente J.D. Vance, durante a conferência de segurança de Munique, causou apreensão entre os líderes europeus. Ele também se reuniu recentemente com o partido de extrema-direita AfD, às vésperas das eleições na Alemanha, o que acendeu ainda mais os alertas sobre a inclinação populista do novo governo americano. Além disso, a recente declaração de Hegseth em Bruxelas, alertando que os europeus devem assumir a responsabilidade por sua segurança, foi interpretada como um sinal do desinteresse de Trump pela OTAN e pelo compromisso de defesa mútua. Tudo isso favorece Putin, pois sugere que seu isolamento internacional está chegando ao fim e que ele pode conseguir um acordo vantajoso na Ucrânia, consolidando suas conquistas territoriais. As divisões dentro da OTAN, aprofundadas por Trump, coincidem com um dos principais objetivos estratégicos da Rússia. Alexander Gabuev, diretor do Carnegie Russia Eurasia Center, resumiu a situação em entrevista à CNN no domingo (16): “Para Putin, é como se fosse Páscoa, Hanukkah, Natal e seu aniversário ao mesmo tempo. Se alguma garrafa de champanhe ainda não estiver gelada, será colocada para resfriar agora”. Fonte: CNN Brasil
Adolescente de 14 anos morre após injetar borboleta no corpo
Um jovem de 14 anos faleceu em Planalto (BA) na última quinta-feira (13) após injetar na própria perna uma substância feita com uma borboleta esmagada e misturada com água. A Polícia Civil da Bahia aguarda o resultado da perícia para esclarecer os detalhes e a causa exata da morte. Davi Nunes, morador de Poções (BA), cidade vizinha a Vitória da Conquista, utilizou uma seringa para aplicar a mistura na perna direita. O procedimento resultou em complicações graves, levando o adolescente a ser internado no Hospital Geral de Vitória da Conquista, onde não resistiu. A Polícia Civil da 1ª Delegacia Territorial de Vitória da Conquista conduz a investigação para entender as circunstâncias do ocorrido. Em comunicado, informou que encaminhou guias ao Departamento de Polícia Técnica (DPT), responsável pelos exames periciais que determinarão a causa do óbito. A Secretaria de Saúde do Estado da Bahia (Sesab) declarou que, seguindo normas do Conselho Federal de Medicina (CFM), não divulgará informações sobre o caso. Segundo a Sesab, essa diretriz visa proteger tanto o paciente quanto a equipe médica, conforme estipulado pelo Código de Ética Médica, que proíbe a divulgação de dados identificáveis sobre casos clínicos. Fonte: CNN Brasil
Tarifas dos EUA ameaçam afundar a indústria Alemã!
A economia da Alemanha pode enfrentar mais dificuldades nos próximos anos devido às tarifas comerciais dos Estados Unidos, afirmou Joachim Nagel, presidente do banco central alemão, nesta segunda-feira (17). Essas restrições podem limitar o crescimento do país, que já atravessa dois anos seguidos de contração. Como maior potência econômica da Europa, a Alemanha enfrenta uma crise industrial agravada pela concorrência da produção chinesa subsidiada, que vem excluindo produtos alemães do mercado global. Esse cenário se soma ao aumento dos custos de energia no país, que compromete ainda mais sua competitividade. O Bundesbank analisou os possíveis impactos das tarifas propostas pelo presidente dos EUA, Donald Trump, e concluiu que, embora a Alemanha sofra com essas medidas, os próprios Estados Unidos também seriam prejudicados, a ponto de os danos superarem qualquer benefício das barreiras comerciais. Nagel alertou que a forte dependência da Alemanha das exportações a torna especialmente suscetível a esse tipo de política. Segundo ele, a produção econômica em 2027 poderia ficar quase 1,5 ponto percentual abaixo do esperado. O banco central alemão prevê que a economia do país crescerá apenas 0,2% neste ano e 0,8% em 2026, o que significa que um impacto negativo de 1,5% nos próximos três anos resultaria em mais retração econômica. “As tarifas, ao contrário do que foi anunciado pelo governo dos EUA, trariam consequências negativas também para os próprios norte-americanos”, afirmou Nagel. Ele explicou que a perda do poder de compra e o aumento dos custos dos insumos intermediários superariam os possíveis ganhos para a indústria dos EUA. Fabio Panetta, líder do banco central da Itália, compartilhou dessa visão e destacou que, se todas as tarifas sugeridas antes da eleição fossem implementadas e provocassem retaliações, o PIB global encolheria 1,5 ponto percentual, enquanto a economia dos EUA sofreria uma queda de 2 pontos percentuais. Panetta apontou ainda um risco adicional: as empresas chinesas, impedidas de acessar o mercado americano, poderiam buscar novas oportunidades em outros países, ameaçando diretamente os produtores europeus. Quanto à inflação, os modelos do Bundesbank apresentaram previsões divergentes. Enquanto um deles indicou impacto reduzido, outro sugeriu um forte aumento da pressão sobre os preços, resultado das tarifas retaliatórias sendo repassadas aos consumidores e de um euro desvalorizado encarecendo os custos de importação, conforme destacou Nagel. Fonte: CNN Brasil
Terremoto de 4,7 abala Lisboa e assusta moradores – epicentro foi em Seixal!
Um abalo sísmico de 4,7 graus na escala Richter foi registrado nesta segunda-feira (17) na área de Lisboa, com o epicentro localizado em Seixal, na região metropolitana da capital portuguesa, conforme divulgado pelo Instituto Português do Mar e Atmosfera (IPMA). O tremor foi sentido por diversas pessoas por volta das 13h24 (horário local). Portugal situa-se em uma zona sísmica, o que o torna suscetível a terremotos de grande intensidade. A Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil informou em sua página no Facebook que, até o momento, não há relatos de prejuízos materiais ou feridos. De acordo com os registros das estações da Rede Sísmica do Continente, o abalo sísmico ocorreu às 13h24 e teve seu epicentro localizado a oeste de Seixal. No ano passado, em 26 de agosto, um terremoto de magnitude 5,3 foi percebido em grande parte do país, com uma profundidade de 10 km. O Centro Sismológico Euro-Mediterrânico (CSEM) situou o epicentro desse evento a 78 km a sudoeste de Setúbal e 59 km a sudoeste de Sesimbra. Fonte: CNN Brasil