Vítima teve incidente em casa e foi socorrida por equipes de brigada local e do Samu Uma mulher de 67 anos, identificada como Iraci Oliveira Costa, morreu na última segunda-feira (20), após se engasgar enquanto se alimentava dentro de casa, na zona rural de Riachão do Jacuípe, localizado a 186 km de Salvador. A principal suspeita é que a idosa tenha morrido após se engasgar com um pedaço de bolo. A Brigada Anjos Jacuipenses foi acionada para realizar o atendimento e já encontraram a vítima sendo socorrida por um profissional de saúde. Os profissionais do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) também foram acionados e tentaram reanimar a vítima, mas não resistiu e morreu ainda no local. O corpo da idosa foi velado na própria residência da família, localizada no Loteamento Jatobá. Fonte: g1 ba
Justiça torna PM suspeito de matar esposa em Salvador réu por feminicídio e aponta tentativa de manipulação de provas
Decisão recebeu denúncia do Ministério Público da Bahia (MP-BA) e manteve prisão preventiva de João Marcelo Araújo Hermano. Justiça destacou indícios de que acusado queimou o celular da vítima e o colocou em um saco com água após o crime.A Justiça da Bahia recebeu a denúncia apresentada pelo Ministério Público e tornou réu por feminicídio o policial militar João Marcelo Araújo Hermano, suspeito de matar a esposa, a também policial militar Celeste Martins Oliveira do Nascimento, de 39 anos, dentro do apartamento onde o casal morava, no bairro do Barbalho, em Salvador. Na mesma decisão, assinada na sexta-feira (17), um magistrado da 1ª Vara do Tribunal do Júri de Salvador manteve a prisão preventiva do policial e destacou que há indícios de que ele tentou manipular provas após o crime. Segundo a decisão, a denúncia atende aos requisitos legais e está amparada por elementos que demonstram a materialidade do crime e indícios suficientes de autoria, justificando o prosseguimento da ação penal. Com isso, João Marcelo passa à condição de réu e foi citado para apresentar resposta à acusação no prazo de dez dias. O policial vai responder por feminicídio, com qualificadora por recurso que dificultou ou impossibilitou a defesa da vítima, além do crime de fraude processual. Ao analisar o pedido do Ministério Público para manutenção da prisão preventiva, o magistrado afirmou que permanecem os fundamentos que justificam a medida cautelar. Na decisão, o juiz destacou a gravidade da conduta atribuída ao policial, apontando que ele teria efetuado um disparo de arma de fogo na parte superior da cabeça da companheira. Também ressaltou haver indícios de que, após o crime, o acusado alterou a cena para dificultar as investigações. Conforme o documento, João Marcelo teria queimado o celular da vítima e colocado o aparelho dentro de um saco plástico com água, em uma tentativa de manipular provas. Diante desses elementos, a Justiça entendeu que permanecem os requisitos para a manutenção da prisão preventiva, com o objetivo de garantir a ordem pública. Relembre o caso A cabo da Polícia Militar Celeste Martins Oliveira do Nascimento foi morta a tiros no dia 3 de julho, dentro do apartamento onde morava, no bairro do Barbalho, em Salvador. A policial foi atingida por um tiro na nuca enquanto estava no sofá da residência. Ela foi sepultada no dia seguinte, no Cemitério Bosque da Paz. O principal suspeito é o marido da vítima, o também cabo da PM João Marcelo Araújo Hermano. Ele se apresentou espontaneamente ao Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), acompanhado de advogado, e teve a prisão em flagrante convertida em preventiva após audiência de custódia realizada no dia 5 de julho. O caso é investigado pela 3ª Delegacia de Homicídios (DH/BTS) como feminicídio. As investigações seguem sob segredo de Justiça. Durante o sepultamento, familiares afirmaram que foram surpreendidos pelo crime e disseram desconhecer qualquer histórico de conflitos entre o casal, que estava casado havia dois anos e não tinha filhos. À época, a Secretaria da Segurança Pública da Bahia informou que todas as medidas necessárias para esclarecer o crime e responsabilizar o autor estavam sendo adotadas. Já a Polícia Militar afirmou que acompanha o caso, lamentou a morte da policial e informou que adotaria as medidas administrativas cabíveis, sem prejuízo da investigação conduzida pela Polícia Civil. Fonte: g1 ba
Homem é preso suspeito de agredir e ameaçar mulheres conhecidas por aplicativos de relacionamento
Prisão ocorreu em Feira de Santana. Investigações começaram após denúncia de uma vítima de 34 anos, que relatou ter sido agredida depois de se recusar a manter relações sexuais à força com o suspeito.Um homem de 30 anos foi preso preventivamente nesta terça-feira (21), em Feira de Santana, suspeito de agredir, ameaçar e perseguir mulheres que conhecia por aplicativos de relacionamento e redes sociais. Segundo a Polícia Civil, ele é investigado por crimes cometidos contra diferentes vítimas entre 2022 e 2026. A prisão ocorreu após uma denúncia registrada em 26 de junho deste ano por uma mulher de 34 anos. Conforme a polícia, ela relatou ter sido agredida fisicamente, teve os celulares destruídos e passou a ser perseguida e ameaçada com a divulgação de vídeos íntimos depois de se recusar a manter relações sexuais à força com o suspeito. As investigações apontam que o homem costumava conhecer as vítimas por meio de aplicativos de relacionamento e redes sociais e, durante ou após os encontros, as agredia, ameaçava ou tentava obrigá-las a manter relações sexuais. De acordo com a Polícia Civil, após a denúncia, os investigadores identificaram que o suspeito já era alvo de outras investigações por crimes semelhantes. Ele chegou a ser preso pela Delegacia Especial de Atendimento à Mulher (Deam) em abril deste ano, mas foi solto e voltou a ser investigado por novos casos. Ainda segundo a polícia, o homem é investigado por pelo menos cinco ocorrências registradas entre 2022 e 2026, que incluem lesão corporal, ameaça, dano, difamação, perseguição e estupro. A prisão preventiva foi cumprida por equipes da Deam, em cumprimento a um mandado expedido pela Vara de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher. O suspeito foi encaminhado para a unidade policial, passou pelos procedimentos de praxe e permanece à disposição da Justiça. Fonte: g1 ba
Menino de 3 anos morto pelo pai será enterrado quarta; mãe presa poderá se despedir
Prefeitura de Viamão (RS) assumirá os custos do funeral após decisão da Justiça; investigada no caso, mãe foi autorizada a participar da cerimônia sob escolta policial O menino Oliver Grayson, de 3 anos, que morreu após ser espancado pelo pai em Viamão, na Região Metropolitana de Porto Alegre (RS), será sepultado nesta quarta-feira (22). O velório ocorrerá das 14h às 16h, no Cemitério Municipal de Viamão, com os custos do funeral assumidos pela prefeitura após autorização da Justiça. O corpo da criança permanecia no Instituto Médico-Legal (IML) desde a confirmação da morte porque não havia familiares ou representantes legais para providenciar o sepultamento. Na segunda-feira (20), o Ministério Público do Rio Grande do Sul informou que a Justiça autorizou a liberação do corpo ao município para viabilizar a realização do funeral. Também por decisão judicial, a mãe de Oliver, Mayanna Angelina Rodgers, foi autorizada a comparecer ao enterro. Ela está presa preventivamente e participará da cerimônia sob escolta policial. Segundo a defesa, o pedido para que ela pudesse se despedir do filho foi apresentado pelos advogados e deferido pela Justiça na mesma data. Mayanna também é investigada pela Polícia Civil. Em depoimento, Dandre Jermaine Grayson, pai da criança, afirmou que ela estava em outro cômodo da residência no momento das agressões e não teria presenciado o crime. Os investigadores, no entanto, apuram se houve participação direta da mãe ou eventual omissão diante da violência sofrida pelo menino. Oliver morreu no início de julho, após permanecer três dias internado em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI). De acordo com a investigação, Dandre confessou ter agredido o filho porque a criança teria se recusado a lhe dar “bom dia”. Conforme o depoimento prestado à polícia, ele desferiu golpes contra o peito e o abdômen do menino. O homem responderá por homicídio duplamente qualificado. Fonte: Correio 24 horas