A holandesa que denunciou ter sido vítima de estupro em Salvador foi agredida pelo suspeito na casa dele. A informação foi confirmada pela delegada Marcela Abreu, titular da Delegacia de Proteção ao Turista (Deltur). Segundo Marcela, a vítima e a irmã estavam no Porto da Barra, onde decidiram tomar algumas caipirinhas. Nesse momento, alguns homens se aproximaram e, posteriormente, uma das vítimas já se encontrava completamente embriagada. Ela saiu do local com dificuldades para caminhar e foi levada pelo investigado até a residência dele. “Na residência, ele deu um murro no rosto dela e praticou relações sexuais sem o consentimento dela, até porque ela se encontrava em uma situação de vulnerabilidade em que não podia oferecer resistência”, disse Marcela. A equipe da Deltur foi acionada pelo Hospital Roberto Santos, que informou a presença de duas turistas relatando um caso de estupro. Os policiais se deslocaram até a unidade de saúde e conduziram as duas mulheres para a delegacia. O caso ocorreu na última quinta-feira (17). Fonte: Correio 24 horas
Professora é condenada por torturar 13 crianças de 2 e 3 anos
Imagens de segurança registraram as agressões contra alunos de 2 e 3 anos; professora foi condenada a 5 anos, 5 meses e 10 dias de prisão em regime semiaberto Uma professora foi condenada por tortura de 13 crianças, com idades entre dois e três anos, durante o horário escolar em um colégio de Itaquera, na zona leste de São Paulo. A 13ª Câmara de Direito Criminal do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) manteve a condenação, mas redimensionou a pena para cinco anos, cinco meses e 10 dias de reclusão, em regime semiaberto, após reduzir a fração utilizada no cálculo da pena-base. Segundo os autos, as agressões ocorreram entre agosto de 2022 e fevereiro de 2023. Imagens das câmeras de segurança registraram a professora arrastando crianças pelos braços, levantando alunos pelas roupas e arremessando vítimas no chão ou sobre colchonetes. Também foram relatados tapas, beliscões, ameaças e privação de alimentação. Crianças passaram a ter medo de voltar à escola Os familiares relataram mudanças no comportamento das crianças após os episódios. Entre os sinais observados estavam dificuldades para dormir, pesadelos, hematomas, agressividade e medo de frequentar a escola. Em um dos casos, uma das vítimas passou a se encolher ao ver chinelos e repetia durante o sono frases como “vou dar com a havaiana na sua cara” e “engole o choro”. Os relatos chegaram à direção da escola após reclamações feitas pelos pais. A diretora então consultou as gravações das câmeras de segurança, demitiu a funcionária por justa causa e comunicou o caso à polícia. As imagens foram posteriormente submetidas a análise pericial durante o processo. Defesa alegou manipulação das imagens No recurso apresentado à Justiça, a defesa argumentou que as imagens poderiam ter sido manipuladas e também citou uma suposta sobrecarga de trabalho enfrentada pela professora. Os argumentos, porém, foram rejeitados pelo colegiado. Para o relator, desembargador Xisto Rangel, o material analisado apresentou coerência e correspondência com os demais depoimentos e provas produzidas no processo. Segundo ele, não havia indícios de edição fraudulenta nas gravações. O magistrado também considerou que a alegação de sobrecarga não justificava os comportamentos registrados. “A alegação de sobrecarga operacional, longe de explicar os fatos, evidencia que a acusada tinha plena consciência do contexto em que atuava”, escreveu. Ainda segundo o relator, as ações registradas nas imagens não poderiam ser confundidas com procedimentos necessários para conduzir ou conter crianças durante a rotina escolar. Entre os exemplos citados estão arrastar alunos pelo braço, levantá-los pelas roupas e projetá-los sobre colchonetes. Pena foi reduzida pela segunda instância Embora tenha mantido a condenação, a 13ª Câmara Criminal alterou o cálculo da pena aplicado em primeira instância. A 15ª Vara Criminal da Barra Funda havia estabelecido a pena-base em metade acima do mínimo legal, considerando as circunstâncias e consequências do crime. Ao analisar a dosimetria, Xisto Rangel avaliou que parte da fundamentação utilizada na sentença era genérica, porque o sofrimento das vítimas já integra o próprio crime de tortura, que pressupõe intenso sofrimento físico ou mental. Por outro lado, o relator destacou que a sentença também considerou o abalo provocado nas mães das crianças, que teria se manifestado de maneira particularmente intensa no caso. Por esse motivo, o colegiado entendeu que deveria ser mantida a elevação da pena-base, mas em uma proporção menor. A fração de aumento foi reduzida de 1/2 para 1/6, resultando na pena definitiva de cinco anos, cinco meses e 10 dias de reclusão, em regime semiaberto. O julgamento foi unânime. Também participaram da decisão os desembargadores Rodrigues Torres e André Carvalho e Silva de Almeida. Fonte: Correio 24 horas
Pastor causa polêmica nas redes sociais ao usar salto alto para pregar em cultos
Um pastor de Lomé, capital do Togo, chamou atenção nas redes sociais por uma escolha pouco comum durante os cultos: o religioso sobe ao altar usando sapatos de salto alto para fazer suas pregações. As imagens do apóstolo Elijah Ayer Courage viralizaram e provocaram reações completamente diferentes entre os internautas. Algumas pessoas questionaram a escolha do líder religioso e chegaram a criticá-lo por utilizar um calçado tradicionalmente associado ao vestuário feminino. “Como não tem vergonha de brincar com o nome de Deus?”, questionou uma internauta. “Por que os saltos altos, senhor? Só perguntando”, escreveu outra pessoa. A repercussão fez com que o visual do pastor se tornasse um dos principais assuntos nas publicações em que aparece durante os cultos. Entre os comentários, houve quem demonstrasse surpresa com a maneira como ele consegue caminhar e permanecer durante as celebrações usando saltos altos. “Eu sou uma dama. Eu nem consigo andar de salto igual esse pastor. Isto é hilário”, brincou uma pessoa. Por que o pastor usa salto alto? Apesar da repercussão, o uso dos saltos não seria uma escolha recente ou feita apenas para chamar atenção. Elijah Ayer Courage já explicou que o calçado está relacionado à missão espiritual que afirma ter recebido de Deus. Fundador de uma igreja local, o religioso incorporou os sapatos de salto à própria rotina e aparece com eles não apenas durante as pregações, mas também em outras atividades ligadas ao trabalho pastoral. Segundo o pastor, a escolha faz parte de sua trajetória e representa a maneira como ele interpreta a própria vocação religiosa. Por isso, os saltos acabaram se tornando uma característica marcante de sua imagem pública. Fonte: Correio 24 horas
‘Vovó tiktoker’ é perseguida, esfaqueada e morta por ‘amiga’ no meio da rua
Vítima e autora estavam juntas momentos antes do crime Maria Rizomar Ferreira Cruz (foto em destaque), de 56 anos, foi esfaqueada e morta na Travessa Luís Rafanelli, no Grajaú, zona sul de São Paulo, na madrugada desse domingo (20/9). A vítima publicava conteúdos sobre seu dia a dia no Tiktok. O caso é investigado como homicídio. Testemunhas contaram à Polícia Militar que a responsável pelo crime é Francisca Luiz da Silva, de 43, vizinha da vítima. Inicialmente, a polícia localizou o corpo de uma mulher sem identificação no meio-fio da rua. A identidade de Maria Rizomar foi confirmada após testemunhas reportarem ter presenciado o crime. Câmeras de segurança foram coletadas, e as imagens confirmam o caso.