Há vagas para estudantes de administração, agronomia, arquivologia, biomedicina, design gráfico, direito, economia, educação física, enfermagem, engenharia, farmácia, gastronomia, entre outros. O Instituto Euvaldo Lodi (IEL) abriu 642 vagas de estágio para 23 cidades da Bahia. As oportunidades abrangem níveis médio, técnico e superior, com bolsas que variam entre R$ 500 a R$ 1,8 mil. Entre as vagas disponíveis estão os das áreas de administração, agronomia, arquivologia, biomedicina, design gráfico, direito, economia, educação física, enfermagem, engenharia, farmácia, gastronomia, gestão pública, medicina veterinária, nutrição, pedagogia, psicologia, serviço social e tecnologia da informação. Os interessados devem fazer o cadastro no site do IEL e manter cadastro sempre atualizado. As oportunidades estão disponíveis nos municípios de: Dentre outros. Fonte: g1 ba
Polícia Federal cumpre mandados de prisão contra organização criminosa especializada em tráfico de animais ameaçados de extinção
A Polícia Federal cumpre 12 mandados de prisão preventiva e 22 mandados de busca e apreensão contra uma organização criminosa especializada no tráfico de animais silvestres ameaçados de extinção. Parte dos mandados são cumpridos nesta quinta-feira (12), na Bahia. Os mandados foram expedidos pela 2ª Vara Federal Criminal da Bahia e também são cumpridos em Pernambuco, Piauí, Maranhão e Pará. De acordo com as investigações, os suspeitos ainda teriam planejado capturar as ararinhas-azuis mantidas no criadouro conservacionista do Programa de Reintrodução da espécie, localizado no município de Curaçá, no norte da Bahia. De acordo com a Polícia Federal, as investigações começaram em 2024, após a apreensão de um veleiro com 17 micos-leões-dourados e 12 araras-azuis-de-lear, espécies ameaçadas de extinção. A embarcação brasileira foi encontrada no Togo, país da África Ocidental, e os animais tinham documentação falsificada. Conforme as investigações, a organização criminosa tem uma estrutura organizada, com capturadores, financiadores e receptadores. Além disso, os suspeitos utilizam drones, armamentos, contas bancárias de laranjas e aplicativos de mensagens criptografadas. Os investigados poderão responder pelos crimes de organização criminosa, de contrabando, de receptação qualificada, além de crimes ambientais, incluindo maus-tratos. A operação da Polícia Federal contou com o poio do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e do Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema).De acordo com a Polícia Federal, as investigações começaram em 2024, após a apreensão de um veleiro com 17 micos-leões-dourados e 12 araras-azuis-de-lear, espécies ameaçadas de extinção. A embarcação brasileira foi encontrada no Togo, país da África Ocidental, e os animais tinham documentação falsificada. Conforme as investigações, a organização criminosa tem uma estrutura organizada, com capturadores, financiadores e receptadores. Além disso, os suspeitos utilizam drones, armamentos, contas bancárias de laranjas e aplicativos de mensagens criptografadas. Os investigados poderão responder pelos crimes de organização criminosa, de contrabando, de receptação qualificada, além de crimes ambientais, incluindo maus-tratos. A operação da Polícia Federal contou com o poio do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e do Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema). Fonte: g1 ba
Cavalo é resgatado após cair em poço de estação de esgoto na Bahia; operação durou cinco horas
Caso aconteceu na cidade de Irecê, no norte do estado. Animal foi entregue ao tutor. Um cavalo caiu em um poço de uma estação de tratamento de esgoto, na quarta-feira (11), na cidade de Irecê, no norte da Bahia. Segundo a Empresa Baiana de Águas e Saneamento (Embasa), o resgate do animal demorou cinco horas. De acordo com apuração da TV São Francisco, os moradores encontraram o cavalo pela manhã e acionaram a Embasa. As equipes da empresa foram ao local e conseguiram resgatar o cavalo por volta das 15h. O animal foi retirado com vida e devolvido ao tutor. A Embasa informou que a estação está desativada e tem acesso restrito, mas a área tem sido invadida com frequência para uso como pastagem. Fonte: g1 ba
Justiça determina que caso da PM morta em SP passe a ser investigado como feminicídio
Caso foi redistribuído para Vara do Tribunal do Júri; defesa sustenta que o PM colabora com as investigações A Justiça de São Paulo determinou nesta terça-feira, 10, que a polícia investigue a morte da policial militar Gisele Alves Santana, de 32 anos, encontrada morta em casa com um tiro na cabeça, como feminicídio. Segundo Geraldo Neto, a esposa teria tirado a própria vida dentro de casa no dia 18 de fevereiro, em um apartamento localizado no Brás, região central de São Paulo, momentos depois de uma discussão na qual ele teria proposto a separação do casal. Na versão do policial, ele estava no banho no início da manhã daquele dia quando ouviu o barulho de um disparo e, em seguida, encontrou Gisele já baleada no chão. A morte chegou a ser registrada como suicídio, mas a classificação mudou após a família de Gisele afirmar que a soldado sofria abusos e violência por parte do marido. O caso passou, então, a ser tratado como morte suspeita. Agora, a juíza Giovanna Christina Colares determinou que o caso seja redistribuído para uma Vara do Tribunal do Júri, onde são julgados crimes contra a vida, atendendo a um pedido feito “a partir da natureza do delito investigado”. Na última sexta-feira, 6, a Justiça determinou a exumação do corpo de Gisele e, de acordo com o laudo, ao qual o Estadão teve acesso, peritos constataram lesões na face e região cervical da vítima. “São lesões contundentes, por meio de pressão digital e escoriação compatível com estigma ungueal (causado por unha)”. Não foram observadas lesões típicas de defesa. “Existiram lesões na face e região cervical. São lesões contundentes por meio de pressão digital e escoriação compatível com estigma ungueal” (causadas pela unha), aponta o laudo. O documento indica ainda que não foram observadas lesões típicas de defesa. Procurada para comentar as informações, a defesa de Geraldo Leite Rosa Neto informou que não teve acesso ao laudo. Em comunicados anteriores, os defensores afirmaram que o tenente-coronel “não figura como investigado, suspeito ou indiciado no procedimento em curso” e que, desde o início das apurações, o policial “tem colaborado com as autoridades”. O caso aconteceu no dia 18 de fevereiro, no apartamento em que o casal vivia no Brás, região central de São Paulo. No laudo necroscópico feito em 19 de fevereiro, um dia após a morte, os peritos já tinham apontado lesões no pescoço de Gisele, mas não mencionavam tratar-se de marcas “contundentes”. Na ocasião, citaram: Diante das informações, fontes da Polícia Civil ouvidas pela reportagem entendem que aumentam as chances do caso ser tratado como feminicídio – como já vem sendo defendido pela defesa da família de Gisele – e que há possibilidade de haver o pedido de prisão de Geraldo Neto. Fonte: Estadão