Allison Ruan estava dando aula na UFPE desde fevereiro; instituição executou a sentença antes do fim do prazo O segundo semestre do calendário acadêmico da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) começou nesta segunda-feira (10), sem que estudantes de Engenharia e aulas correlatas tenham um docente de Processos Biotecnológicos. Durante o semestre passado, o professor Allison Ruan de Morais Silva ministrava a disciplina no Departamento de Engenharia Química, mas, há exatamente um mês, uma decisão judicial mudou tudo – e passou a representar um dos maiores ataques à política de cotas raciais para docentes em instituições federais no país. Doutor em Engenharia Química pela Universidade Federal do Ceará (UFC), mestre em Engenharia Química pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e graduado tanto em Engenharia Química quanto em Ciência e Tecnologia pela Universidade Federal Rural do Semi-Árido, Allison foi aprovado em um concurso para a UFPE, mas perdeu a vaga depois que uma sentença determinou a anulação de sua nomeação. Ele tinha concorrido pela política de cotas raciais em concursos para docentes e foi nomeado em janeiro após passar por uma banca de heteroidentificação. Desde então, vinha dando aulas na instituição, até que a candidata aprovada na ampla concorrência obteve uma decisão favorável na Justiça Federal. A UFPE executou a sentença em 18 dias, antes mesmo do fim do prazo final para recurso, que era de um mês. Assim, desde o dia 28 de julho, ele não é mais professor na instituição. “Como meu ato de nomeação foi anulado e esse foi o primeiro ato, todos os outros tornam-se sem efeito”, diz ele, em entrevista ao CORREIO, nesta segunda-feira (10). O processo envolvendo a vaga de Allison não é nem mesmo o único no mesmo edital – há pelo menos outras duas situações no mesmo concurso da UFPE. Em um deles, uma professora também teve a nomeação suspensa em março, enquanto outra enfrenta um processo neste momento. Ações judiciais contra a política de cotas têm se tornado comuns, nos últimos anos, em instituições federais de ensino superior. Entre 2024 e 2025, casos como os dos professores Lorena Pinheiro Figueiredo e Felipe Hugo Fernandes, ambos aprovados pela política de cotas em concursos da Universidade Federal da Bahia (Ufba) levantaram o debate sobre o tema para além da comunidade acadêmica. Em setembro de 2024, o CORREIO revelou que revelou que existiam pelo menos sete casos de candidatos que usaram a Justiça para impedir a nomeação de candidatos negros cotistas, todos aprovados em primeiro lugar após a heteroidentificação. Quatro destes processos estavam na Ufba, mas também foram localizadas situações nas Universidades Federais de Sergipe (UFS), de Uberlândia (UFU) e Fluminense (UFF). Já em 2025, houve pelo menos mais duas situações semelhantes na Escola de Música e no Instituto de Ciência, Tecnologia e Inovação. Legislação Há, contudo, diferenças entre o caso de Allison Ruan e dos casos da Ufba. Isso porque, como destaca o advogado Igor Mascarenhas, doutor em Direito e responsável pela defesa de Allison, os casos na Bahia foram antes da nova Lei de Cotas. “Existia um entendimento jurisprudencial que as cotas deveriam incidir sobre o valor total de vagas oferecidas, mas isso não estava expressamente estabelecido na lei”, diz. Ele se refere ao acórdão de 2017 em que o ex-ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), ao julgar a Ação Declaratória de Constitucionalidade 41/DF, indicou que, em concursos com baixo número de vagas, não se deve usar o critério da especialidade. Sancionada em junho, a lei nº 15.142/2025 substituiu a legislação anterior, que era de 2014. Entre as principais mudanças, estão a ampliação do percentual de reserva de 20% para 30 até a definição de que o cálculo deve ser feito sobre o conjunto total de vagas oferecidas por cada concurso. Na prática, de acordo com o advogado Igor Mascarenhas, é uma medida mais protetiva para os candidatos cotistas e para a política pública em si. “Em primeiro grau, inicialmente, foi feito um pedido de tutela antecipada. Esse pedido de tutela antecipada foi negado. A candidata então recorreu para o Tribunal Regional Federal. O relator, monocraticamente, negou o pedido de tutela antecipada dela. A gente se manifestou e a turma federal se manifestou também dizendo que ela não tinha direito a princípio”, explica. No entanto, houve uma mudança do magistrado – o juiz anterior saiu do processo e o novo magistrado teve um entendimento divergente, o que mudou todo o processo. “A gente já tinha três decisões no processo favoráveis a Allison Ruan e agora teve essa reviravolta”, acrescenta. Além disso, de acordo com o advogado, essa decisão gera insegurança jurídica, porque permite a existência de 13 diferentes processos (o número de vagas cotistas) discutindo o mesmo edital – com cada juiz decidindo de uma forma. “O mais importante é que seja observada a lei, que diz que o cálculo das cotas é baseado em cima do valor total de vagas oferecidas. Se a gente for permitir que juízes decidam de forma contrária à lei e estabeleçam interpretações próprias do que é meritocracia, a gente deturpa toda a política pública, a gente deturpa a própria defesa dessa política pública e a gente gera iniquidades”. Há, contudo, diferenças entre o caso de Allison Ruan e dos casos da Ufba. Isso porque, como destaca o advogado Igor Mascarenhas, doutor em Direito e responsável pela defesa de Allison, os casos na Bahia foram antes da nova Lei de Cotas. “Existia um entendimento jurisprudencial que as cotas deveriam incidir sobre o valor total de vagas oferecidas, mas isso não estava expressamente estabelecido na lei”, diz. Ele se refere ao acórdão de 2017 em que o ex-ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), ao julgar a Ação Declaratória de Constitucionalidade 41/DF, indicou que, em concursos com baixo número de vagas, não se deve usar o critério da especialidade. Sancionada em junho, a lei nº 15.142/2025 substituiu a legislação anterior, que era de 2014. Entre as principais mudanças, estão a ampliação do percentual de reserva de 20% para 30 até a definição de que
Quem é o ex-marido de Maria da Penha, preso após entrevista proibida a Roberto Cabrini na Record
Marco Antônio Heredia Viveros descumpriu medidas que o impediam de falar sobre o caso de violência doméstica e citar Maria da Penha e as filhas Ex-marido de Maria da Penha Maia Fernandes, Marco Antônio Heredia Viveros voltou ao centro do caso que marcou a luta contra a violência doméstica no Brasil ao conceder uma entrevista ao jornalista Roberto Cabrini para a Record TV. O colombiano, que tentou matar Maria da Penha duas vezes em 1983, estava proibido pela Justiça de falar publicamente sobre o processo e acabou preso preventivamente após a gravação. A entrevista foi realizada para uma reportagem especial do “Domingo Espetacular” em referência aos 20 anos da Lei Maria da Penha. Viveros voltou a abordar durante a gravação o episódio de violência doméstica e as tentativas de assassinato contra a ex-companheira, contrariando as medidas impostas pela Justiça desde 2024. Além de impedir que ele divulgasse informações sobre o processo, a determinação judicial também proibia Viveros de propagar o nome ou a imagem de Maria da Penha e das filhas em mídias e plataformas digitais. A Justiça também proibiu a Record de exibir a entrevista ou qualquer trecho dela. A emissora teve de retirar das plataformas digitais os materiais promocionais relacionados à reportagem e recebeu a determinação de preservar todo o conteúdo gravado, incluindo arquivos de edição, contratos e comunicações internas. O descumprimento da ordem pode resultar em multa diária de R$ 100 mil. Segundo o Ministério Público do Ceará (MPCE), responsável pelo pedido que levou à nova prisão, a medida busca “garantir a ordem pública, assegurar a efetividade das medidas protetivas de urgência e impedir a continuidade da prática delitiva”. Tentativas de assassinato contra Maria da Penha O caso que tornou Viveros conhecido ocorreu em Fortaleza, em 1983. Em maio daquele ano, ele atirou nas costas de Maria da Penha enquanto ela dormia. O disparo provocou a paraplegia da então companheira. Meses depois, após passar por tratamentos e retornar à residência do casal, Maria da Penha foi mantida em cárcere privado por cerca de duas semanas. Na sequência, sofreu uma nova tentativa de assassinato, quando Viveros tentou eletrocutá-la enquanto ela tomava banho. A história foi relatada por Maria da Penha no livro “Sobrevivi… Posso Contar”, publicado em 1994. A demora da Justiça brasileira em responsabilizar o agressor fez com que o caso chegasse à Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH), que condenou o Estado brasileiro por negligência e omissão diante da violência doméstica. A repercussão internacional do caso e a luta de Maria da Penha contribuíram para a criação da Lei nº 11.340. Sancionada em 7 de agosto de 2006, a legislação passou a ser conhecida como Lei Maria da Penha e se tornou um dos principais marcos legais brasileiros no enfrentamento à violência doméstica e familiar. A reportagem da Record também previa uma entrevista de Maria da Penha à apresentadora Camila Busnello. Após a decisão judicial, os conteúdos de divulgação da entrevista com Viveros foram retirados das plataformas digitais da emissora. A defesa de Marco Antônio Heredia Viveros informou que ainda vai se manifestar sobre as acusações. A Record TV não se manifestou. Fonte: Correio 24 horas
Jair Ventura admite problema do Vitória fora de casa: ‘Temos que ser cobrados’
Treinador reconheceu as dificuldades do Leão no Maracanã, mas destacou a reação da equipe no segundo tempo e cobrou mais regularidade como visitante Ainda não foi dessa vez que o Vitória conseguiu vencer fora de casa no Campeonato Brasileiro. Em meio a uma sequência pesada de jogos e com diversos desfalques, o Rubro-Negro baiano perdeu por 2×0 para o Flamengo, na noite deste domingo (9), no Maracanã, pela 22ª rodada da Série A. Sem utilizar as ausências ou o desgaste como justificativa para o resultado, o técnico Jair Ventura analisou a partida e reconheceu que o Vitória precisa apresentar um desempenho melhor longe do Barradão. “Gol do Pulgar, de novo, mais bonito que o outro. Primeiro tempo a gente teve dificuldade de jogar, segundo tempo a gente melhora. Gol de Pulgar condiciona. No contra-ataque a gente toma gol. A gente fez jogo muito parelho no segundo tempo, mesmo com desgaste e desfalques”, analisou Jair Ventura em coletiva após a partida. O resultado manteve um incômodo retrospecto do Vitória como visitante no Brasileirão. Em 12 partidas longe do Barradão, o Leão soma quatro empates e oito derrotas. “A gente segue sem vencer fora de casa, temos que ser cobrados e queremos melhorar. Poderia ser esse placar mesmo se a gente descansasse 11 dias. Mérito do Flamengo, do Pulgar que escolheu o Vitória para acertar chute no ângulo”, acrescentou o treinador. Desfalques e desgaste O Vitória chegou ao Maracanã depois de uma sequência intensa pela Copa do Brasil. A equipe enfrentou o Athletico-PR duas vezes antes de encarar o Fla, fechando uma sequência de três jogos em apenas sete dias. Para a partida, além de Nathan Mendes, Camutanga, Edu, Dudu e Rúben Ismael, que já estavam fora por problemas físicos, Jair Ventura não pôde contar com Cacá e Luan Cândido, suspensos. O capitão Baralhas também foi liberado para acompanhar o nascimento do filho. “Sempre muito difícil jogar aqui em igualdade de condições. Jogamos com um a menos segunda, jogamos quinta tendo que reverter placar, emocional difícil, conseguimos a classificação. Sexta regenerativo, sábado não fomos para campo e tivemos cinco desfalques para domingo”, explicou Jair. Na sequência, Jair detalhou a situação dos jogadores que ficaram fora ou chegaram ao confronto sem as melhores condições físicas. “Cacá e Luan, zagueiros. Baralhas, fora. Esposa vai ter filho. Abdiquei do meu capitão para ele ver o nascimento. Ramon, controle de carga, posterior pesada. Kayzer, panturrilha pesada, controle de carga. Cinco desfalques”, afirmou. “Erick e Matheuzinho jogaram mesmo com a necessidade de fazer controle de carga. A gente melhorou com pernas frescas. Fiquei feliz quando chamei o Matheus e o Erick e eles se colocaram à disposição”, destacou. Jair vê ponto positivo Apesar da derrota, Jair Ventura enxergou uma mudança de comportamento do Vitória no segundo tempo. A equipe passou a ter mais posse de bola e conseguiu competir de maneira mais equilibrada diante do Flamengo. “Mostramos no segundo tempo que a gente é capaz de fazer, ter mais coragem, ficar com a bola, jogar, acreditar. Flamengo foi dominante no primeiro tempo. A gente tentou subir a marcação, eles saíram da pressão. Ter mais regularidade nesses jogos fora de casa”, avaliou. “Precisamos ter mais equilíbrio nos 90 minutos, a gente tem oscilado fora. Adversários se impõem em casa, como fazemos também. A gente não fez bom primeiro tempo. Precisamos ter mais equilíbrio nos 90 minutos para ficar mais próximo da vitória”, concluiu. Com a derrota, o Vitória segue com 26 pontos e ocupa a 13ª colocação do Brasileirão. A equipe está quatro pontos à frente do Santos, primeiro clube dentro da zona de rebaixamento. Agora, o Leão terá uma semana para se preparar antes do próximo compromisso. O Vitória enfrenta o Botafogo no domingo (16), às 18h30, no Barradão, pela 23ª rodada da Série A. Fonte: Correio 24 horas
Funcionária sofre assédio no trabalho, desenvolve transtorno e ganha indenização de R$ 151 mil de empresa na Justiça
Funcionária relatou humilhações, cobranças fora do expediente e retaliação depois de denunciar superior Uma analista que desenvolveu Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG) após sofrer assédio moral de um superio vai receber R$ 151 mil da Refinaria da Amazônia (Ream), antiga Refinaria de Manaus. A condenação foi determinada pela 16ª Vara do Trabalho de Manaus, que reconheceu a existência do assédio, a relação entre o trabalho e o adoecimento da funcionária e a omissão da empresa diante das denúncias. A maior parte da condenação corresponde a R$ 80 mil por danos morais e pela doença ocupacional. A empresa também deverá pagar uma indenização referente ao período de estabilidade acidentária de um ano, com reflexos em 13º salário, férias acrescidas de um terço e FGTS. Segundo o relato apresentado pela trabalhadora à Justiça, o gestor responsável por sua equipe a submetia a humilhações, cobranças consideradas excessivas e exigências fora do horário de expediente. As solicitações, conforme a ação, também ocorriam durante finais de semana e feriados. A funcionária afirmou que levou as situações ao conhecimento do setor de compliance, do superintendente e do diretor da empresa. De acordo com o processo, porém, as denúncias não fizeram com que a situação fosse interrompida. Após os relatos, o gestor teria aumentado as cobranças sobre a trabalhadora, ampliado sua carga de atividades e atribuído novas tarefas. Ela também afirmou que passou a receber informações incompletas, o que dificultava a realização das funções. Em setembro de 2024, a analista sofreu um princípio de infarto. No mês seguinte, acabou dispensada sem justa causa. A empresa negou as acusações durante o processo. Na defesa, sustentou que as cobranças feitas pelo gestor faziam parte da rotina de gestão e afirmou que o contato entre os dois era esporádico. A refinaria também contestou a existência de doença ocupacional e alegou que a demissão ocorreu por motivos relacionados ao desempenho profissional da trabalhadora. Ao analisar o caso, o juiz considerou que o relato da funcionária era detalhado e coerente e havia sido confirmado por uma testemunha. O depoimento também apontou comportamento inadequado do gestor em relação a outros empregados. Outro elemento considerado na decisão foi um relatório produzido pelo próprio setor de compliance da empresa, que reuniu relatos de testemunhas sobre situações de intimidação, uso de linguagem desrespeitosa, brincadeiras consideradas pejorativas e tratamento diferente entre homens e mulheres no ambiente profissional. Embora a empresa tenha realizado uma apuração após as denúncias, não foram adotadas medidas suficientes para proteger a trabalhadora. Com o reconhecimento da doença ocupacional, a Justiça também declarou que a funcionária tinha direito à estabilidade provisória até outubro de 2025. Como o retorno ao emprego foi considerado inviável, a empresa terá de pagar uma indenização correspondente ao período de estabilidade, além dos reflexos nas demais verbas trabalhistas. Fonte: Correio 24 horas
‘Foi o presente do Dia dos Pais, minha filha nasceu de novo’, diz pai após bebê engasgar e ser salva por PMs na Bahia
Pais perceberam a falta de ar da filha e buscaram socorro em Serrinha. Policiais encontraram a família na avenida, iniciaram as manobras e levaram a bebê ao hospital.“Foi o presente do Dia dos Pais, minha filha nasceu de novo”. É assim que Antônio Gabriel, pai da pequena Maria Heloise, de 1 mês e 20 dias, descreveu o momento de desespero vivido pela família na manhã de domingo (9), em Serrinha, na região sisaleira da Bahia. A bebê engasgou após ser alimentada e foi socorrida por policiais militares e profissionais do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). Gabriel contou que estava escovando os dentes, por volta das 8h, quando percebeu que a filha estava com falta de ar. A bebê havia acabado de tomar leite, e a mãe, Ionara de Jesus, a colocou para arrotar. Pouco depois, os pais perceberam que havia algo errado. “A mãe levantou, fez as manobras, mas não teve resultado. Foi um momento de desespero, de medo, e não sabíamos o que fazer”, contou Gabriel. Diante da situação, os pais colocaram Maria Heloise no carro e seguiram em direção ao hospital. No trajeto, pela Avenida Lomanto Júnior, no centro de Serrinha, encontraram uma viatura da Polícia Militar e pediram ajuda. Os policiais iniciaram as manobras de primeiros socorros ainda no local. Segundo Gabriel, a equipe virou a bebê de costas e tentou reanimá-la, mas, inicialmente, não houve reação. Em seguida, os policiais colocaram Maria Heloise na viatura e seguiram com a família até o hospital. O atendimento continuou na área destinada ao Samu, onde a bebê reagiu às manobras de Heimlich e voltou a respirar. “Eles levaram ela na viatura até o hospital e foram fazendo a manobra. Chegando lá, o pessoal do Samu continuou o socorro. Foi quando ela reagiu, conseguiram reanimá-la”, relatou o pai. 💡 ENTENDA: A manobra de Heimlich é um procedimento rápido de primeiros socorros para tratar asfixia por obstrução das vias respiratórias superiores, por corpo estranho, tipicamente alimentos ou brinquedos. Se necessário, pode-se utilizar também compressões torácicas e percussão nas costas. Maria Heloise é a segunda filha do casal, que mora em Serrinha. Gabriel trabalha como vendedor de acarajé. Bebê passa por avaliação médica Após o susto, a família viajou para Feira de Santana nesta segunda-feira (10) para que a bebê fosse avaliada por um pediatra e para investigar o que pode ter provocado o episódio. “Ela está bem, graças a Deus. Viemos para Feira para saber se foi alguma coisa e passar pelo pediatra hoje”, disse Gabriel. Para o pai, o atendimento rápido foi fundamental para que a filha pudesse ser socorrida. “Foi o presente do Dia dos Pais. Minha filha nasceu de novo”, afirmou. Fonte: g1 ba
Suspeito de tráfico tenta subornar policiais e é preso com arma e drogas na Bahia
homem de 29 anos possuía antecedentes criminais e foi preso em flagrante em Feira de Santana.Um homem de 29 anos foi preso com uma pistola, munições e drogas e tentou subornar policiais militares durante uma abordagem em um condomínio residencial de Feira de Santana, no domingo (9). Segundo a Polícia Militar, o suspeito disse que o pai poderia entregar uma quantia em dinheiro aos agentes para que eles interferissem na ocorrência. O homem foi identificado pela Polícia Militar apenas como Breno. A corporação não informou quanto teria sido oferecido aos policiais. A prisão aconteceu na Vila Olímpia, bairro Pedra do Descanso. Segundo a PM, policiais do 25º Batalhão de Polícia Militar (BPM) receberam uma denúncia sobre tráfico de drogas e comercialização ilegal de armas e munições no local. Após diligências, os policiais localizaram o suspeito. Conforme a PM, ele resistiu à abordagem e, durante a intervenção, tentou oferecer a vantagem indevida. Com ele, foram apreendidos: Segundo a Polícia Militar, Breno possuía registros anteriores por porte ilegal de arma de fogo, tráfico de drogas e ameaça, referentes a ocorrências registradas entre 2016 e 2018. A Polícia Civil informou que o suspeito foi autuado em flagrante pela Central de Flagrantes (Cenflag) de Feira de Santana por envolvimento com o tráfico de drogas. Ele foi encaminhado à unidade por policiais militares, junto com o material apreendido e permanece à disposição do Poder Judiciário. Fonte: g1 ba