Morto a tiros após sair a pé de uma academia no bairro de Stella Maris, em Salvador, na tarde de quarta-feira (25), o coach esportivo Roberto Cunha Lima, conhecido como Beto Cunha, reunia mais de seis mil seguidores nas redes sociais e é lembrado por amigos como “prestativo” e “trabalhador”.
“Ainda não caiu a ficha. Você sempre será lembrado nas ótimas memórias em meus pensamentos. Um grande guerreiro por dentro e por fora, de coração grande, prestativo, trabalhador, focado em seus objetivos e na família. Sei que, onde você estiver, continuará sendo o grande ‘Betoneira’”, escreveu um amigo nas redes sociais.
“Meus sentimentos à família! Beto era um homem do bem”, comentou uma amiga. Ele deixa uma esposa e dois filhos.
O coach foi executado com diversos disparos de arma de fogo na Alameda Dilson Jatahy Fonseca. Segundo a polícia, ele foi abordado por um motociclista, que se aproximou, efetuou os disparos e fugiu. O caso é investigado como homicídio.
Testemunhas relataram que o autor do crime utilizava uma bag de entrega para se disfarçar como entregador de aplicativo e não levou pertences da vítima, como a mochila.
No Instagram, Beto Cunha produzia conteúdos voltados para emagrecimento e vida fitness. “Sem fórmulas mágicas. Só verdades”, dizia em sua apresentação. Ele atuava na área há cerca de 30 anos e também comercializava marmitas saudáveis.
O caso é investigado pela 1ª Delegacia de Homicídios de Salvador, que já expediu as guias para os procedimentos periciais e realiza diligências para identificar o suspeito.
Fonte: Correio 24 horas



